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scrooge

Um bom filme de Natal!
auditório Escola Secundária do Lumiar

Um conto de Natal

A AÇÃO PASSA-SE DURANTE O SÉCULO XIX, EM INGLATERRA.
RETRATA A HUMILDADE E A GENEROSIDADE DO SER HUMANO...
A história é tão magnífica que foi adaptada para vários filmes!

Um velho milionário e avarento, Ebenezer Scrooge trata mal os seus empregados e a pouca família que tem, já que despreza e considera o Natal uma festa sem sentido. Na véspera de Natal é visitado pelo fantasma de seu velho sócio,
que o avisa que ele será visitado por três outros fantasmas que lhe mostrarão os Natais passados, o Natal presente e os Natais futuros.
E. Scrooge "entra" numa jornada sobrenatural para aprender o significado da família, dos amigos e da compaixão.

 

Um bom filme de Natal!
11 dez. 15h30m - auditório Escola Secundária do Lumiar

 

Os Fantasmas de Scrooge

Há um Scrooge em cada um de nós…
Por razões que nos escapam, os fantasmas em “Conto de Natal” do autor inglês Charles Dickens, estão mais próximos de nós do que esperaríamos. Provavelmente, o que justifica esta simpatia é o facto de serem responsáveis pela reconversão a que assistimos, o que não deixa de ser um ato de generosidade.
Transformam Scrooge (ou é Scrooge que se transforma a ele mesmo), que não passava de um cavalheiro “assombrado” pela ganância, na mais generosa das almas.
Indo um pouco mais longe, Mr. Scrooge recupera uma humanidade que se perdeu nos confins da sua infância. Passa a ser capaz de estender a mão ao seu semelhante, tanto aos que lhe deviam dinheiro, como aos parentes de sangue.
Há, contudo, qualquer coisa de ternurento (ou enigmático) na avareza do primeiro Scrooge (naquele que é deixado para trás, mas que ocupa a maior parte do tempo do conto e do filme). Um acumulador de moedas mal humorado, que não gasta dinheiro nenhum, que não sai de casa para confraternizar, que não esbanja para se exibir perante os que nada têm, aguarda por algo, embora não saiba pelo que aguarda.
Com esta sua atitude, é também responsável pelo chamamento dos espíritos e, em última análise, pela sua própria redenção.
É como se todo o conjunto de humilhados e ofendidos (Scrooge mais do lado dos ofendidos, pois, na infância, a família ignorava-o), ao aprofundarem o seu desgosto, fizessem da visibilidade crescente do mal que os aflige um apelo ao seu fim. Se Deus escreve direito por linhas tortas, então Scrooge foi mestre no intento, e acabou por conseguir o que o próprio nem sabia que queria. Afinal de contas, tudo muito humano, demasiado humano.
Por último, fica a esperança em cada um de nós. Pois a felicidade, que está patente da primeira à última imagem do filme (nos concidadãos, e na família do escriturário), contamina os que assistem à obra, e que mais tarde irão recordar esta história para se questionarem. Sobre o quê, isso só Deus e o próprio saberão.
Os dinamizadores do CineLindley
Trailer do filme:

Agrupamento de Escolas Professor Lindley Cintra

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